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View Full Version : Fisioterapia Dermato-funcional (Prof.Doutora Elaine Guirro)



FormaFisio
18-03-08, 18:55
FISIOTERAPIA DERMATO-FUNCIONAL


Temos o prazer de anunciar que o curso de Fisioterapia Dermato-funcional já tem datas agendadas: 18 a 20 de Julho, na região do Grande Porto.
A formadora será a Prof. Doutora Elaine Guirro, autoridade brasileira e mundial nesta área. É autora do livro "Fisioterapia Dermato-funcional: fundamentos, recursos e patologias", que é considerado uma bíblia nesta nova área de intervenção, para além de ter um currículum riquíssimo.
Esta formação conta com o patrocínio científico da ABRAFIDEF (Associação Brasileira de Fisioterapia Dermato-funcional).




Para mais informações e ter acesso à ficha de inscrição consulte

www.formaterapia.no.sapo.pt/dermatofuncional.pdf (http://www.formaterapia.no.sapo.pt/dermatofuncional.pdf)

maria clara
18-03-08, 21:12
Gostaria de saber qual a carga horária total do curso e se tem creditação ECTs?

FormaFisio
19-03-08, 15:41
FISIOTERAPIA DERMATO-FUNCIONAL


Temos o prazer de anunciar que o curso de Fisioterapia Dermato-funcional já tem datas agendadas: 18 a 20 de Julho, na região do Grande Porto.
A formadora será a Prof. Doutora Elaine Guirro, autoridade brasileira e mundial nesta área. É autora do livro "Fisioterapia Dermato-funcional: fundamentos, recursos e patologias", que é considerado uma bíblia nesta nova área de intervenção, para além de ter um currículum riquíssimo.
Esta formação conta com o patrocínio científico da ABRAFIDEF (Associação Brasileira de Fisioterapia Dermato-funcional).





Para mais informações e ter acesso à ficha de inscrição consulte

www.formaterapia.no.sapo.pt/dermatofuncional.pdf (http://www.formaterapia.no.sapo.pt/dermatofuncional.pdf)

elsaazevedo
24-03-08, 00:02
No site que dizem para consultar não se encontra a resposta acerca da carga horária do curso e nem se o curso tem creditação de ECT'S.
Agradecia assim, que esclarecessem se possível estas duvidas, visto que tal como a colega Maria Clara, gostaria de saber.

Cumprimentos,

Elsa Azevedo

FormaFisio
24-03-08, 19:25
O curso terá 8 horas diárias, decorrendo ao longo de 3 dias.
Não sendo organizado por uma universidade, mas por uma empresa de formação contínua, não confere ECTS directamente. No entanto, há faculdades que reconhecem acções de formação feitas pelos alunos, quando estes ingressam nos seus curos, atribuindo-lhes ECTS.

FormaFisio
10-04-08, 01:25
https://ssl-relativa.locaweb.com.br/livrosdeprogramaca/images/8520412440.jpg (http://www.maremoto.com.br/livros_template.asp?Tipo=Livro&codigo_produto=7071&codigoafiliado=216#)

Introdução


"Culto é aquele que sabe onde
encontrar aquilo que não sabe."
Georg Simmel
1858 -1918

O sucesso do tratamento de qualquer patologia depende essencialmente do seu pleno conhecimento. Quando não se consegue estabelecer com clareza suas características (por ex., sua posição nosológica, sua etiopatogenia, sua fisiopatologia etc.), conceitos amplos, às vezes vagos e empíricos, sempre serão usados para defini-Ia, o mesmo se aplicando às bases de seu tratamento.

Este livro serve de guia de estudo para o profissional fisioterapeuta que trabalha na área de estética, ou mesmo para aqueles que pretendem atuar na referida área.

Ao observarmos os recursos utilizados na estética atual, verificamos que a fisioterapia domina tais recursos, tanto no aspecto teórico como no prático. Assim, a classe começou a interessar-se pelo assunto, surgindo então a fisioterapia aplicada à estética, que tem por objetivo tratar eficazmente os distúrbios estéticos. Esta eficácia traduz-se por conhecimento profundo dos principais recursos utilizáveis na área da estética, bem como conhecimentos relevantes de anatomia, fisiologia, patologia etc., o que leva o terapeuta a avaliar profundamente o problema, além de eleger o tratamento adequado.

Infelizmente, o que se vê na prática é que o profissional não está aplicando adequadamente seus conhecimentos, enquanto fisioterapeuta, às várias patologias de seu campo de atuação, e muito menos vislumbrando a importância dos mesmos a numerosas correções estéticas. Essa visão é de vital importância, pois, em tratamentos aleatórios efetuados por profissionais despreparados, sérios danos à saúde do paciente podem ser verificados.

Sabe-se, por exemplo, que em estética os recursos fisioterápicos são utilizados indiscriminadamente, sem que sejam observados os perigos decorrentes de sua má utilização. Assistimos com freqüência a aplicação inadequada dos recursos eletroterápicos, baseada em noções reduzidas, até errôneas, transmitidas em textos publicitários. Se de tais práticas resultasse unicamente a ineficiência do tratamento, o problema não seria tão grave, mas o risco de acidentes terapêuticos existe e é numeroso.

Para um emprego racional e eficiente dos diversos recursos utilizados em estética, o profissional que pretende trabalhar na área deve rever alguns conceitos básicos como: indicações, contra-indicações, dosagens mínimas e máximas permitidas, prováveis efeitos adversos (alergias, queimaduras) etc.

O trabalho em estética é multidisciplinar, pois, muitas vezes, o distúrbio estético está diretamente ligado a outros problemas sistêmicos como, por exemplo, distúrbios hormonais e circulatórios, que exigem interferência médica. Outros profissionais, como educadores físicos e nutricionistas também podem fazer parte da equipe que assiste o paciente. Portanto, o trabalho em equipe se faz necessário para que, juntos e integrados, possamos interferir minimizando ou curando o distúrbio do paciente, sem no entanto comprometer sua saúde.

Este livro tem por objetivo interligar a fisioterapia e a estética, fazendo uma revisão dos diferentes recursos utilizados, fundamentada em trabalhos científicos, que derrubam muitos conceitos errôneos existentes na área. Acrescenta ainda informações fundamentais para o conhecimento e caracterização das diversas patologias estéticas.

A nossa proposta é não fazer deste livro um receituário de técnicas de tratamento mas sim proporcionar informações fundamentais, a fim de que o terapeuta eleja o tratamento mais adequado, com sabedoria. O livro está dividido em três seções principais interligadas entre si. Primeiramente promove-se uma fundamentação de citologia/histologia, do sistema endócrino e das fontes energéticas. Na segunda seção, faz-se uma revisão dos recursos utilizados pela fisioterapia, assim como da sua indicação e contra indicação, e na terceira parte, descrevem-se os processos patológicos de maior incidência no campo da estética, juntamente com os possíveis métodos de tratamento.

Cremos sinceramente que, utilizando-se os recursos corretos, e cientes dos efeitos a conseguir, tratando o que é tratável com a maior ética e rigor científico, a fisioterapia poderá trazer grandes benefícios aos distúrbios estéticos.

Nesta obra que hoje apresentamos, haverá seguramente pontos litigiosos, sujeitos a discussões e ao diálogo. Esperamos, pois, que este livro, além de informativo, venha estimular o interesse à pesquisa científica na área da estética.

O termo designativo Fisioterapia Estética não contempla atualmente todo o espectro de atuação da área, que envolve as disfunções do tegumento, não se limitando ao aspecto estético.

Diante dessa nova realidade e de uma reflexão por parte dos profissionais que atuam na área, optou-se pela designação Fisioterapia Dermato-Funcional, a qual prevê a prevenção, promoção e recuperação do indivíduo no que se refere aos distúrbios endócrino/metabólicos, dermatológicos, circulatórios e/ou musculoesqueléticos.

Esta nova edição tem como objetivo contribuir para a formação e atualização do profissional da área por meio da revisão dos assuntos abordados nas edições anteriores, bem como a inclusão de novos capítulos, além de informações sobre novos equipamentos e tratamentos.

FormaFisio
16-04-08, 00:38
.

FormaFisio
25-04-08, 00:09
O primeiro passo para chegar a qualquer lugar
é decidir que não vais permanecer onde estás."
J. MorganOntem, éramos poucos batalhadores, discriminados até pela própria classe. Hoje somos muitos, felizmente vencedores, porém unidos na luta pelo crescimento desta. Para se atingir esse propósito são necessários cientificidade e reconhecimento, e para alcançar nosso intento houve necessidade de mudanças profundas e urgentes, a começar pela denominação da área.

A nova denominação, Fisioterapia "Dermato-Funcional", veio então ampliar esta área de aruação, que antes com a denominação "Estética" apresentava uma conotação de melhorar ou restaurar a aparência. Com a nova denominação a área ficou mais ampla e não apenas inclui a estética, mas vai além, pois se ocupa em restaurar e melhorar também a função.

Temos a convicção de que, para que novas áreas de atuação sejam reconhecidas, devem passar por períodos de gestação e maturação. Acreditamos também que a nossa união permitirá desenvolver protocolos terapêuticos cada vez mais avançados.

É bom lembrar que renovar ou inovar não são produtos que podemos entender como acabados, mas sim processos, e, assim, devem ser pautados pela constância, pelo equilíbrio, pela autocrítica e pelo conhecimento. O sucesso da luta pela criação de uma área de conhecimento depende então de suas características, por exemplo, do potencial de integração e de coesão, e não da pulverização dos elementos de informação por ela gerada.

É necessária a estruturação da área para que se possa criar um núcleo de informação próprio, sedimentado e estruturado, que sirva de base para o desenvolvimento e a propagação do conhecimento novo. Este fato é muito importante, dado que a atuação na especialidade apresentava-se com urna conotação empírica ou pouco científica. Pois bem, a área Dermato-Funcional apresenta um enorme campo de pesquisa e de aprofundamento científico. À medida que encaramos a procura de hipóteses com verdade, seriedade e, principalmente, independentemente de interesses pessoais ou de grupos, mas visando a saúde da população, podemos entender, aprimorar e aplicar nossos achados.

Sabemos que mudar significa incomodar, provocar e colocar em confronto argumentos que geralmente evidenciam propostas que são às vezes muito divergentes.

Não podemos mais continuar dizendo que a Fisioterapia Dermato-Funcional não possui esta ou aquela característica pelo fato de ser uma área nova, por estar engatinhando, ou mesmo por apresentar uma produção incipiente. Ela já faz parte da realidade da nossa profissão, estando do ponto de vista social devidamente estabelecida e, conseqüentemente, tem responsabilidades importantes a cumprir no âmbito da saúde brasileira.

Em síntese, para que sejam superados os tecnicismos, os modismos ou os rituais, o que há muito tempo é nosso objetivo, é fundamental entendermos os profissionais da saúde como responsáveis por todos os níveis de atuação, quer seja no indivíduo ou em uma população. Mais do que isso, é crucial darmos subsídios para a formação dos futuros profissionais, bem como mantê-los atualizados enquanto membros de uma área da ciência.

A reestruturação da Fisioterapia Dermato-Funcional não é uma euforia transitória gerada por mudanças de ocasião, mas sim um repensar profundo dos caminhos a serem trilhados.

“Se não der frutos, valeu a beleza das flores.
Se não der flores, valeu a sombra das folhas.
Se não der folhas, valeu a intenção da semente.”
Henfil

Elaine Guirro

Fabrício Fisio
14-05-08, 23:43
Já agora, gostava de saber se a Prof. Elaine Guirro tem equivalência de fisioterapia cá em Portugal e se possui Cap de formadora, pois pelo que sei só pessoas que possuem o Cap podem ministrar aulas cá em Portugal, caso contrário o curso não tem validade, pois não cumpre as regras de acordo com a legislação.
Qual é mesmo a instituição que é responsável pela realização do curso?
Espero que esclareçam esta situação, pois já estamos cansados com a falta de respeito que tem havido com a nossa profissão e acho que regras e leis são para serem cumpridas.

FormaFisio
15-05-08, 01:14
Exmo. Sr. Fabrício “Fisio”,
Procuraremos esclarecer todas as suas dúvidas.
Em primeiro lugar, gostaríamos de informá-lo que temos o maior respeito e consideração pela profissão de Fisioterapeuta, e que estamos, de algum modo, a contribuir para a melhoria da qualidade desta área em Portugal. Poderá verificar esta situação através da consulta do curriculum dos formadores que colaboram connosco.
A Prof. Elaine Guirro, de facto, não tem equivalência ao título profissional em Portugal. Aliás, só teria necessidade de a requerer se quisesse exercer a profissão no nosso país. Outros formadores que colaboram connosco, como o Prof. Doutor Mariano Rocabado e Prof. Doutora Deborah Falla, por exemplo, e formadores que colaboraram com outras instituições que promovem formação, como o Prof. Doutor Bill Vicenzino, Prof. Doutor Paul Hodges, Prof. Doutor Michael Shacklock, Prof. Doutor Albert Leduc, Phil Glasgow, Prof. Doutor Nigel Lawes, Johan Lambeck, Sarah Cappelovich, Jenny McConnell, Prof. Doutora Margaret Mayston, etc. estão na mesma situação que, saliente-se, é absolutamente legal! Julgo que ninguém (ou quase ninguém) contesta a validade e credibilidade científica destes formadores, que leccionam em todo o mundo!
Relativamente ao facto de terem ou não CAP, gostaria de o corrigir e informá-lo que não é condição essencial ter-se esse “canudo” para se dar formação em Portugal. Legalmente, mesmo em formação financiada, o perfil científico do formador sobrepõe-se ao facto de este ter, ou não, o certificado de aptidão pedagógica. Não me parece ser legítimo colocar-se em causa a qualidade pedagógica, ou melhor, andragógica, de formadores com doutoramentos em universidades de prestígio mundial (alguns até com vários pós-doutoramentos), inúmeros livros e artigos publicados, participação em congressos internacionais, leccionação em todo o mundo, etc. Temos experiência de um processo cujo financiamento foi garantido pela União Europeia e em que o formador não tinha o nosso CAP. Talvez queira corrigir a União Europeia ou, alternativamente, reler a legislação, na íntegra, e todos os decretos-lei e normativas europeias relativas a formação...
O mesmo sucede em outras áreas, em que formadores de renome europeu, como o Bill Gates, Frederik Lehman, Kyryl Lakishuk, Leslie Fine, etc... leccionam ou leccionaram cursos de formação avançada, MBA’s, mestrados ou Doutoramentos no nosso país... Pode fazer uma pesquisa na internet e constatar realidades semelhantes para formações em Medicina, medicina dentária, arquitectura, artes, engenharia, design de interiores, etc, etc, etc.
A formação que organizamos é reconhecida em Portugal e em todo o Mundo... Relembre-se que o facto de um formador ter uma qualificação portuguesa (ou reconhecida) e CAP não é sinónimo de qualidade. E não é ilegal que um indivíduo sem estas duas características dê formação... Faça uma sondagem por várias universidades / entidades públicas ou privadas para constatar este facto, absolutamente legal!
Julgo que proporcionar aprendizagem com formadores de reconhecida qualidade e prestígio mundial (sejam eles brasileiros, australianos, ingleses, americanos, chilenos, suiços, belgas, chineses ou marroquinos) é um sinal do maior respeito para com a profissão de Fisioterapeuta.
Para concluir, devemos informá-lo que a Formaterapia é uma empresa registada com o CAE 80421, estando, por isso, em situação absolutamente legal para organizar formação contínua, à semelhança de outros organismos nacionais, públicos ou privados, englobados em instituições do ensino superior ou não...
Esperamos ter esclarecido esta situação. No caso de persistir alguma dúvida, por favor não hesite em nos contactar através do email formaterapia@gmail.com (formaterapia@gmail.com).
Cumprimentos,
André Sampaio

Fabrício Fisio
15-05-08, 23:04
Exmo Sr. André Sampaio,
Em primeiro lugar gostaria de esclarecer que não estou cá para questionar a capacidade da referida Professora e sim a validade do certificado.
o Sr. referiu que as formações que organizam são reconhecidas em Portugal, gostaria que me informasse por quem. Pela Dgert? Pelo IEFP? Pela APF? Porque só por ter CAE, não quer dizer que a instituição seja acreditada, quer dizer sim que é legalizada e pode ministrar cursos, porém os certificados não tem validade por exemplo como formação obrigatória anual(às 35h), pois para que tenha essa validade a Entidade tem que ser acreditada e consequentemente o Formador tem obrigatoriamente que possuir o Cap.
Em relação as formações financiadas, peço que consulte a lei, pois neste tipo de formação há necessidade que a instituição seja também acreditada e obviamente o formador tem que possuir o Cap.
Tenho imenso interesse em fazer uma formação na área de Dermato-funcional, mas somente o farei quando puder ter um certificado devidamente reconhecido, pois necessito comprovar perante a Empresa em que trabalho a realização do curso de formação contínua obrigatória.
Melhores cumprimentos
Fabrício Alves

FormaFisio
16-05-08, 00:52
Exmo. Sr. Fabrício Alves,

Há alguns aspectos que julgo ser conveniente realçar:

1. O IEFP é a entidade responsável por centros de formação de gestão directa (ex.: Centro de Formação Profissional do Porto) e de gestão participada (ex.: CICCOPN – Centro de Formação Profissional da Indústria da Construção Civil e Obras públicas do Norte).

2. A DGERT (Direcção Geral do Emprego e Relações do Trabalho) (ex-IQF) tem, entre outras funções, a de acreditar entidades formadoras, através da DSQA (Direcção de Serviços de Qualidade e Acreditação). O sistema de acreditação, criado pela Portaria nº 782/97, de 29 de Agosto, é um processo voluntário e opcional, podendo ser obrigatório em determinadas situações (recurso a fundos públicos para a formação, desenvolvimento de formação regulamentada, desenvolvimento de formação para efeitos de progressão em determinadas carreiras profissionais, outras situações previstas em normativos específicos). Digo que tivemos a experiência indirecta de recurso a fundos europeus para formação, uma vez que apenas “cedemos” um formador da nossa bolsa para prestar formação a outro organismo. A progressão na carreira de técnicos de diagnóstico e terapêutica não está envolvida nas situações que referimos anteriormente, a formação não está devidamente regulamentada e não está prevista em normativos específicos. Posso garantir-lhe, também, que esse formador não tem CAP, mas há legislação específica que, em função da experiência profissional e pedagógica do formador, isenta da necessidade do CAP do formador.

3. A mais valia de uma instituição que promove formação na área da Fisioterapia, neste caso, ser acreditada, é o facto de poder utilizar a marca da acreditação (logotipo da entidade acreditada pela DGERT e não IQF, uma vez que este organismo foi extinto), distinguir-se de outras entidades com oferta semelhante e não acreditadas, acesso a apoios públicos para desenvolvimento de projectos de formação no âmbito do QREN e isenção de IVA nos termos do artigo 9º do código de imposto sobre o valor acrescentado (CIVA). Por estas razões, deverei, informá-lo, em primeira mão, que a Formaterapia está numa fase avançada deste processo de acreditação, para que possa oferecer formação de elevadíssima qualidade a preços mais reduzidos.

4. Nenhuma entidade, seja ela de direito público, profissional, sindical, universitária, politécnica ou de qualquer outra natureza tem acesso a acreditação automática. Todas as instituições deverão seguir os procedimentos previstos legalmente para serem acreditadas. Neste momento, nenhuma entidade que organiza formação para Fisioterapeutas em Portugal está acreditada pela DGERT. Pode consultar a lista de entidades acreditadas em Portugal Continental ([/font]http://www.dgert.mtss.gov.pt/Emprego%20e%20Formacao%20Profissional/acreditacao/doc_acreditacao/Entidades%20Acreditadas_Continente_Abril.xls (http://www.dgert.mtss.gov.pt/Emprego%20e%20Formacao%20Profissional/acreditacao/doc_acreditacao/Entidades%20Acreditadas_Continente_Abril.xls)), Madeira (http://www.dgert.mtss.gov.pt/Emprego%20e%20Formacao%20Profissional/acreditacao/doc_acreditacao/Entidades%20Acreditadas%20_Madeira_Abril.xls (http://www.dgert.mtss.gov.pt/Emprego%20e%20Formacao%20Profissional/acreditacao/doc_acreditacao/Entidades%20Acreditadas%20_Madeira_Abril.xls)) e Açores (http://www.dgert.mtss.gov.pt/Emprego%20e%20Formacao%20Profissional/acreditacao/doc_acreditacao/Entidades%20Acreditadas-Acores.xls (http://www.dgert.mtss.gov.pt/Emprego%20e%20Formacao%20Profissional/acreditacao/doc_acreditacao/Entidades%20Acreditadas-Acores.xls)). Esperamos que a Formaterapia e todas as outras entidades que organizam formação para estes profissionais estejam, a curto prazo, acreditadas. Assim, neste momento, todos os cursos têm precisamente a mesma validade, sendo a garantia de qualidade o curriculum do formador, programa curricular e, no nosso entender, certificação reconhecida por organismos internacionais, para que as acções de formação possam ser reconhecidas em congéneres europeus e mundiais. Posso-lhe assegurar que as formações promovidas pela Formaterapia, em termos de concursos hospitalares de que temos conhecimento, são vistas com a mesma seriedade que as promovidas por outras entidades.

Perante o exposto, julgo que deverá ter ficado completamente esclarecido. Esperamos, em breve, ter o prazer de contar consigo como nosso formando, em qualquer curso de norte a sul do país.

Julgo que não questionou todas as entidades que organizam formação para Fisioterapeutas em Portugal, mas tenho a certeza que as suas respostas seriam iguais às da Formaterapia.

Mais uma vez, manifesto-me disponível para esclarecer qualquer dúvida necessária.
Cumprimentos!
André Sampaio

Fabrício Fisio
18-05-08, 02:52
Caro André Sampaio,

Não questionei apenas a Formaterapia, questionei também outras instituições de formação, pois conheço profissionais que apesar de possuirem mestrados são obrigados a frequentarem o curso de Formação Inicial para Formadores, caso queiram dar formação. Também concordo que o simples facto de possuir um Cap não garante a qualidade do formador, porém é uma exigência da legislação portuguesa e acho que as leis muitas vezes não fazem sentido, mas são iguais para todos e devem ser cumpridas.

Espero que a Formaterapia seja acreditada o mais rápido possível, e que verifiquem bem as normas, pois quando forem uma instituição acreditada certamente não poderão dar formação sem que os vossos formadores estejam devidamente legalizados, ou seja devem possuir o "tal" Cap, pois caso contrário, poderão haver alguns problemas.

Cumprimentos,
Fabrício Alves

Fabrício Fisio
18-05-08, 13:40
FORMADOR É
"... o profissional que, na realização de uma acção de formação, estabelece uma relação pedagógica com os formandos, favorecendo a aquisição de conhecimentos e competências, bem como o desenvolvimento de atitudes e formas de comportamento, adequados ao desempenho profissional."

Decreto Regulamentar nº 66/94, de 19 Novembro,
com as alterações introduzidas pelo Decreto Regulamentar nº 26/97, de 18 de Junho)
Como tal, um bom formador deve reunir:
o domínio técnico actualizado relativo à área de formação em que é especialista,
o domínio dos métodos e das técnicas pedagógicas adequadas ao tipo e ao nível de formação que desenvolve,
competências na área da comunicação que proporcionem um ambiente facilitador do processo de ensino/aprendizagem.
O EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE FORMADOR EXIGE

Preparação psicossocial, que envolve, designadamente, o espírito de cooperação e a capacidade de comunicação, relacionamento e adequação às características do público alvo, por forma a prosseguir com eficácia a função cultural, social e económica da formação;

Formação científica, técnica, tecnológica e prática, que implica a posse de qualificação de nível igual ou superior ao nível de saída dos formandos nos domínios em que se desenvolve a formação;

Frequência com aproveitamento de curso de formação pedagógica homologado pelo IEFP, I.P.;

Posse do Certificado de Aptidão Profissional (CAP) de Formador - traduzida na competência pedagógica, devidamente actualizada.

http://www.iefp.pt/formacao/formadores/Paginas/Formadores.aspx

FormaFisio
18-05-08, 20:39
Exmo. Sr. Fabrício,

Relativamente aos formadores portugueses que trabalham connosco, todos têm CAP.

Relativamente aos formadores estrangeiros, não conheço nenhum que tenha CAP português, em qualquer área... Por outro lado, estes têm um "título que habilita ao exercício de formador, emitido na União Europeia ou noutro país", de acordo com a legislação vigente.

No que diz respeito a formadores nacionais, o IEFP refere o seguinte:

"A título excepcional, podem ser autorizados, pelo IEFP, I.P., a intervir na formação os profissionais que não sendo detentores de um Certificado de Aptidão Pedagógica de Formador, possuam especial qualificação académica e/ou profissional ou detenham formação não disponível no mercado, de acordo com o artigo 6º do Decreto Regulamentar n.º 26/97, de 18 de Junho."

Cumprimentos!

Fabrício Fisio
19-05-08, 13:05
Pois, de acordo com a legislação os profissionais estrangeiros caso queiram dar formação cá em Portugal devem solicitar o Cap, seja através da frequência do curso de Formação Inicial para Formadores ou através de um pedido de equivalência, mas tem obrigatoriamente que solicitá-lo com o IEFP, caso contrário não podem ministrar formação, somente palestras e seminários, como ja dito anteriormente.
Cumprimentos

FormaFisio
20-05-08, 01:31
Todos os parágrafos seguintes referem-se a formação em áreas em que o IEFP, I.P. é entidade certificadora (Certificação da Aptidão Pedagógica de Formador; Construção Civil e Obras Públicas; Serviços Administrativos; Electrónica; Indústria Gráfica; Metalurgia e Metalomecânica; Madeiras e Mobiliário, Serviços pessoais - penteado e estética e NÃO FISIOTERAPIA)

"A título excepcional, podem ser autorizados, pelo IEFP, I.P., a intervir na formação os profissionais que não sendo detentores de um Certificado de Aptidão Pedagógica de Formador, possuam especial qualificação académica e/ou profissional ou detenham formação não disponível no mercado, de acordo com o artigo 6º do Decreto Regulamentar n.º 26/97, de 18 de Junho."


"A Certificação Profissional expressa-se pela emissão de um Certificado de Aptidão Profissional (CAP) e pode ser obtida, cumprido que seja o requisito das habilitações literárias exigidas, através de uma das seguintes formas:

Com base em frequência de curso de formação profissional, devidamente homologado
Com base em experiência profissional devidamente comprovada
Com base no reconhecimento/equiparação de títulos profissionais ou de formação emitidos noutros países comunitários ou, nos casos em que existam acordos de reciprocidade de reconhecimento de títulos, em países terceiros"
"Desde 15 de Maio de 2007 (inclusivé), estão em vigor encargos procedimentais aplicáveis a todas as candidaturas à certificação da aptidão profissional, homologação de cursos de formação e reconhecimento de formações complementares especificas, nos montantes abaixo referenciados, e nas áreas em que o IEFP, I.P. é entidade certificadora:

Certificação da Aptidão Pedagógica de Formador
Construção Civil e Obras Públicas
Serviços Administrativos
Electrónica
Indústria Gráfica
Metalurgia e Metalomecânica
Madeiras e MobiliárioO pagamento de encargos procedimentais aplica-se ainda à área dos Serviços Pessoais - Penteado e Estética, uma vez que o IEFP, I.P. é a entidade responsável pelo reconhecimento das qualificações, para efeito de emissão de Carteira Profissional pela Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT).

Após estes esclarecimentos, julgo que não deverão existir mais dúvidas. No entanto, disponibilizo-me, desde já, para o esclarecer via telefone, caso julgue pertinente.

carlos ruiz
24-05-08, 02:21
http://lattes.cnpq.br/80324666http://lattes.cnpq.br/803246663158100731581007

Este é o link do curriculo da Prof.Dr. Elaine, creio eu que ainda deve estar desatualizado, Ministro aula no mesmo segmento da Doutora há 17 anos, e é indiscutivel a formação pedagogica da mesma que é PHD.
A fisioterapia Dermato funcional iniciou no Brasil com as mesmas discussões.___ onde vc aprendeu?, que curso fez? Graças a Pessoas como Elaine Guirro, Maria Silvia Campos, Carlos Ruiz, Regina Rossete.. temos uma área de atuação que emprega milhares de fisioterapeutas no Brasil com salários acima da media recebida pelo fisio aqui.
Por isso meu conselho e aprender, fazer cursos com pessoas que são referência mundial, pois o diploma de fisioterapeuta já da o direito de exercer a fisioterapia, mais o conhecimento se adquire com aqueles que tem experiência e vivência e cientificidade.