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11-03-08, 01:01
Exmos. Srs.
É lamentavel que em pleno Século XXI e em Portugal me sinta obrigado a comentar uma situação da mais BÁSICA, HUMILHANTE E DESPRESTIGIANTE de empregabilidade como a que tem sido colocada em prática pela vossa "Empresa". Aprece-me dizer, meus caros, que a profissão de FISIOTERAPEUTA é, Academicamente e LEGALMENTE falando, de nivel SUPERIOR. Mais, ser Fisioterapeuta é ser dotado de conhecimento e treino técnico e cientifico. Não se trata, portanto, de uma formação com equivalencia ao 6º ou 9º ano de escolaridade. Mais informo que a categoria PROFISSIONAL de Fisioterapeuta é reconhecida pelo MINISTÉRIO DA SAÚDE, contando com uma tabela salarial própria.
Sobre mais informações sobre esta categoria Profissional, recomendo a consulta dos planos curriculares da Licenciatura, disponiveis on-line nas páginas das mais diferentes instituições de ensino superior. Utilizando um vulgar motor de busca, poderá Vossa Excelencia aceder às competencias ao alcance do referido Profissional.
Lamento ter de prestar estas informações, mas não me vejo com outro "remédio" senão "sujeitar-me" ao dever de informar já que, por desconhecimento/ignorância ou ABUSO HUMILHANTE, a vossa "empresa" tem oferecido ALGO (não poderei chamar-lhe "Proposta de Emprego") com as seguintes caracteristicas:
- Trabalho de 42 horas semanais, de Segunda a Sábado, das 14 às 21 Horas;
- Formação inicial de 2 semanas em Lisboa
- Remuneração de 250 Euros (DUZENTOS E CINQUENTA EUROS!) correspondentes a um "suposto" "contrato de estágio" e "contrato de formação" (nomes falados nas entrevistas)
- Requisito OBRIGATÓRIO: Licenciatura em Fisioterapia
- Duração do referido contrato: não definida, mas "reapreciável" em AGOSTO (entenda-se, de ABRIL A AGOSTO - CINCO MESES!)- Durante este periodo, não seriam feitos quaisquer descontos para a segurança social
- Sem garantia de passagem para contrato de trabalho após este tempo de "experiência"
- Sem qualquer outra regalia remuneratória para além dos valores referidos
- Informação seguiu por email (em anexo), para INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR.
"Trata-se de uma boa oportunidade de trabalhar na sua área!"
Licenciados! Tratam-se de LICENCIADOS a quem sua Excelencia está a propor um vencimento apenas comparável à mesada dos seus filhos. Licenciados esses que investiram na sua FORMAÇÃO ACADÉMICA DE NIVEL SUPERIOR, que se ALIMENTAM e PAGAM DESLOCAÇÕES PARA O LOCAL DE TRABALHO. Quem têm RENDA DE CASA, AGUA e LUZ!
Estes dados foram recolhidos em entrevista realizada com o Sr. Eng. João Martins ("Clinica Persona Porto") e traduzem a mais recente e ilegal oferta de PRECARIDADE no mercado de trabalho da área da Saúde. Indignado, cumpro com o meu dever de expor a situação às entidades competentes...
Ora, tanto quanto me foi possivel apurar, este tem sido o procedimento vigente por Suas Excelencias. Permita-me caracterizar este mesmo de comportamento de EXPLORADOR e INDECENTE. Ao fim deste tempo, o Fisioterapeuta explorado será "despejado" e abre-se um "concurso" para assegurar um novo "escravo".
Neste sentido, e porque pelos vistos a vossa Clinica de Estética (refiro-me concretamente à "Persona Porto") tem a "aparência" mas não tem a "essência", não me vejo com outra solução senão apresentar as vossas propostas aos organismos e/ou instituições legalmente capazes de apreciar e agir perante tais "abusos". Refiro-me, concretamente, ao Tribunal do Trabalho do Porto e à Inspecção-Geral do Trabalho. Segue tambem para a Associação Portuguesa de Fisioterapeutas, para que a situação seja difundida tanto quanto possivel.
Peço, portanto, uma breve apreciação e comentário a estes factos por parte da IGT e do Tribunal do Trabalho do Porto. Se conveniente e aplicavél, informem-me por favor sobre o procedimento a seguir para apresentar "oficialmente" a queixa/reclamação.
Preferindo acreditar que esta não é a politica geral de empregabilidade do Grupo Persona mas sim uma triste e infeliz técnica "habilidosa" (ainda que a situação já seja recorrente!) da Persona do Porto, apresento-me disponivel para prestar qualquer outro esclarecimento que ajude a rectificar uma proposta "sui generis" e vergonhosa, que usa e abusa dos trabalhadores.
Eu fui à entrevista e o Fisioterapeuta é considerado quase como a empregada da limpeza(com todo o respeito sendo este um trabalho como tantos outros) so faltava pedir para pagarmos p lá trabalharmos....UMA VERGONHA.
É lamentavel que em pleno Século XXI e em Portugal me sinta obrigado a comentar uma situação da mais BÁSICA, HUMILHANTE E DESPRESTIGIANTE de empregabilidade como a que tem sido colocada em prática pela vossa "Empresa". Aprece-me dizer, meus caros, que a profissão de FISIOTERAPEUTA é, Academicamente e LEGALMENTE falando, de nivel SUPERIOR. Mais, ser Fisioterapeuta é ser dotado de conhecimento e treino técnico e cientifico. Não se trata, portanto, de uma formação com equivalencia ao 6º ou 9º ano de escolaridade. Mais informo que a categoria PROFISSIONAL de Fisioterapeuta é reconhecida pelo MINISTÉRIO DA SAÚDE, contando com uma tabela salarial própria.
Sobre mais informações sobre esta categoria Profissional, recomendo a consulta dos planos curriculares da Licenciatura, disponiveis on-line nas páginas das mais diferentes instituições de ensino superior. Utilizando um vulgar motor de busca, poderá Vossa Excelencia aceder às competencias ao alcance do referido Profissional.
Lamento ter de prestar estas informações, mas não me vejo com outro "remédio" senão "sujeitar-me" ao dever de informar já que, por desconhecimento/ignorância ou ABUSO HUMILHANTE, a vossa "empresa" tem oferecido ALGO (não poderei chamar-lhe "Proposta de Emprego") com as seguintes caracteristicas:
- Trabalho de 42 horas semanais, de Segunda a Sábado, das 14 às 21 Horas;
- Formação inicial de 2 semanas em Lisboa
- Remuneração de 250 Euros (DUZENTOS E CINQUENTA EUROS!) correspondentes a um "suposto" "contrato de estágio" e "contrato de formação" (nomes falados nas entrevistas)
- Requisito OBRIGATÓRIO: Licenciatura em Fisioterapia
- Duração do referido contrato: não definida, mas "reapreciável" em AGOSTO (entenda-se, de ABRIL A AGOSTO - CINCO MESES!)- Durante este periodo, não seriam feitos quaisquer descontos para a segurança social
- Sem garantia de passagem para contrato de trabalho após este tempo de "experiência"
- Sem qualquer outra regalia remuneratória para além dos valores referidos
- Informação seguiu por email (em anexo), para INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR.
"Trata-se de uma boa oportunidade de trabalhar na sua área!"
Licenciados! Tratam-se de LICENCIADOS a quem sua Excelencia está a propor um vencimento apenas comparável à mesada dos seus filhos. Licenciados esses que investiram na sua FORMAÇÃO ACADÉMICA DE NIVEL SUPERIOR, que se ALIMENTAM e PAGAM DESLOCAÇÕES PARA O LOCAL DE TRABALHO. Quem têm RENDA DE CASA, AGUA e LUZ!
Estes dados foram recolhidos em entrevista realizada com o Sr. Eng. João Martins ("Clinica Persona Porto") e traduzem a mais recente e ilegal oferta de PRECARIDADE no mercado de trabalho da área da Saúde. Indignado, cumpro com o meu dever de expor a situação às entidades competentes...
Ora, tanto quanto me foi possivel apurar, este tem sido o procedimento vigente por Suas Excelencias. Permita-me caracterizar este mesmo de comportamento de EXPLORADOR e INDECENTE. Ao fim deste tempo, o Fisioterapeuta explorado será "despejado" e abre-se um "concurso" para assegurar um novo "escravo".
Neste sentido, e porque pelos vistos a vossa Clinica de Estética (refiro-me concretamente à "Persona Porto") tem a "aparência" mas não tem a "essência", não me vejo com outra solução senão apresentar as vossas propostas aos organismos e/ou instituições legalmente capazes de apreciar e agir perante tais "abusos". Refiro-me, concretamente, ao Tribunal do Trabalho do Porto e à Inspecção-Geral do Trabalho. Segue tambem para a Associação Portuguesa de Fisioterapeutas, para que a situação seja difundida tanto quanto possivel.
Peço, portanto, uma breve apreciação e comentário a estes factos por parte da IGT e do Tribunal do Trabalho do Porto. Se conveniente e aplicavél, informem-me por favor sobre o procedimento a seguir para apresentar "oficialmente" a queixa/reclamação.
Preferindo acreditar que esta não é a politica geral de empregabilidade do Grupo Persona mas sim uma triste e infeliz técnica "habilidosa" (ainda que a situação já seja recorrente!) da Persona do Porto, apresento-me disponivel para prestar qualquer outro esclarecimento que ajude a rectificar uma proposta "sui generis" e vergonhosa, que usa e abusa dos trabalhadores.
Eu fui à entrevista e o Fisioterapeuta é considerado quase como a empregada da limpeza(com todo o respeito sendo este um trabalho como tantos outros) so faltava pedir para pagarmos p lá trabalharmos....UMA VERGONHA.