Fysio
22-10-04, 17:00
Fisioterapeutas defendem criação de uma ordem
A garantia de qualificação, a regulação legal da profissão e a definição de um padrão de formação são as justificações apresentadas pela Associação Portuguesa de Fisioterapeutas (APF) para reclamar a criação de uma ordem da profissão.
O vice-presidente da APF, António Lopes, disse, ontem, em declarações à agência Lusa, que a legislação existente em Portugal para regular a profissão de fisioterapeuta é insuficiente, considerando que «existe a necessidade de garantir a qualificação e o controlo eficaz do exercício legal» da actividade. «O Ministério da Saúde emite uma cédula profissional, mas é um processo automático, já que quem tem um curso reconhecido obtém logo a cédula. No entanto, depois o Ministério não faz um controlo efectivo dos serviços do fisioterapeuta», sublinhou.
A formação é também um dos problemas da profissão, apesar das 16 escolas existentes no país, já que, para António Lopes, falta uma estrutura base de conhecimentos. Ontem, data em que se comemorou o Dia Internacional da Fisioterapia, aqueles profissionais foram homenageados numa sessão, em Lisboa, que juntou várias personalidades do desporto português. O objectivo era o de lembrar quem trata das «mazelas» dos atletas e a sua cada vez maior importância na competição.
Saúde na Internet - Rede MNI
9 Set 2004
E-mail da Associação Portuguesa de Fisioterapia
A garantia de qualificação, a regulação legal da profissão e a definição de um padrão de formação são as justificações apresentadas pela Associação Portuguesa de Fisioterapeutas (APF) para reclamar a criação de uma ordem da profissão.
O vice-presidente da APF, António Lopes, disse, ontem, em declarações à agência Lusa, que a legislação existente em Portugal para regular a profissão de fisioterapeuta é insuficiente, considerando que «existe a necessidade de garantir a qualificação e o controlo eficaz do exercício legal» da actividade. «O Ministério da Saúde emite uma cédula profissional, mas é um processo automático, já que quem tem um curso reconhecido obtém logo a cédula. No entanto, depois o Ministério não faz um controlo efectivo dos serviços do fisioterapeuta», sublinhou.
A formação é também um dos problemas da profissão, apesar das 16 escolas existentes no país, já que, para António Lopes, falta uma estrutura base de conhecimentos. Ontem, data em que se comemorou o Dia Internacional da Fisioterapia, aqueles profissionais foram homenageados numa sessão, em Lisboa, que juntou várias personalidades do desporto português. O objectivo era o de lembrar quem trata das «mazelas» dos atletas e a sua cada vez maior importância na competição.
Saúde na Internet - Rede MNI
9 Set 2004
E-mail da Associação Portuguesa de Fisioterapia