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| | #1 (permalink) |
| Manbeleth | Vários problemas podem ocorrer após uma manipulação. A incidência de complicações sérias é considerada baixa (Hurwitz et al., 1996 cit in Cagnie et al., 2004; Klougart et al. 1996 cit in Cagnie et al., 2004; Rivett and Milburn, 1996 cit in Cagnie et al., 2004). Efeitos secundários "minor" são comuns na prática manipulativa mas apesar de estes efeitos secundários não serem considerados "major" é imperativo informar os pacientes acerca dessas reacções "minor" que podem ocorrer após manipulação vertebral. Este assunto é ainda mais pertinente se considerarmos que que estas reacções ocorrem principalmente após a saída do paciente do gabinete (Cagnie et al., 2004). Quão comuns são estes efeitos secundários? Eles podem ser previstos? Li um artigo acerca disto e achei interessante e decidi partilhar com vocês ![]() |
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| | #2 (permalink) |
| Moderador Registo: Oct 2004 Localização: Póvoa de Varzim
Mensagens: 537
| Há uma grande controvérsia relativamente à ocorrência de efeitos adversos graves após a manipulação cervical. Na literatura, podemos encontrar referência a incidências desde 1 em cada 20.000 pacientes, 1 em cada milhão (Vikers e Zollman 1999) até 1:4500 (Dunne et al. 2000). Última edição de Francisco Neto : 24-10-04 às 20:43. |
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| | #4 (permalink) |
| Moderador Registo: Oct 2004 Localização: Póvoa de Varzim
Mensagens: 537
| Ernst (2002) publicou uma revisão sistemática relativa a desrições de efeitos adversos graves após manipulação cervical, desde 1995 a 2001. Em cinco bases de dados (AMED, EMBASE, Medline, Cochrane, CISCOM), verificou a existência de 42 casos individuais, sendo que a maioria havia sido tratada por quiropráticos. É óbvio que nem todos os casos são relatados em publicações, pelo que a incidência destes efeitos adversos graves continua a ser uma incógnita. |
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| | #5 (permalink) |
| Manbeleth | Os dados que tenho (Cagnie et al., 2004) dizem que de 465 casos analizados, 283 (60,9%) referiu pelo menos uma reacção pós-manipulação. A mais comum foi a dor de cabeça (19,8%), rigidez (19,5%) e desconforto local (15,2%). São números diferentes, ou então consideram como reacções adversas situações diferentes. |
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| | #6 (permalink) | |
| Moderador Registo: Oct 2004 Localização: Póvoa de Varzim
Mensagens: 537
| Citação:
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| | #8 (permalink) |
| Administrador Registo: Nov 2005 Localização: V.N.Famalicão
Mensagens: 660
| Retomando esta temática e a questão deixada pelo Adérito, será sempre difícil prever estes efeitos negativos. Tal como é impossível prever (a 100%, mesmo com o teste) se a artéria basilar está comprometida, também será difícil prever se neste ou naquele paciente irão surgir determinados efeitos. O que nunca poderemos deixar de fazer é avisar o paciente que poderá sentir determinado sintoma após aquele tratamento. Já dizia o outro... "Prognósticos, só no fim do jogo";) Cumprimentos. Hélder Abreu |
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